A pandemia do coronavírus se espalhou por mais de 160 países, com mais de 4.981.323 casos confirmados e 327.885 vítimas fatais*, mas a cada hora surgem novas suspeitas e mortes.
No Brasil, o cenário não é diferente. Para conter a propagação do vírus, fronteiras foram fechadas e a população experimenta o isolamento social, medida que visa diminuir a circulação de pessoas pelas ruas.
Com isso, a economia se retraiu. Segundo estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), após essa crise, estima-se queda de 2,5% da atividade econômica em 2020. Alguns setores sentem mais a retração: na moda, a queda foi de 3%; na decoração, 6%; no setor de móveis, 10%; nos serviços de reparos e reformas, 29%; na área de beleza, 46%; no turismo, 41%; e no segmento de economia criativa, 66%, o que mais está sofrendo com a pandemia.
Por outro lado, há setores que cresceram, segundo dados levantados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). São eles os supermercados, que registraram alta de 14%; as farmácias e drogarias, com 17%; e o segmento de transportes e logística, com 15%.
Adaptação
Mas, de um modo geral, o cenário é de instabilidade, com impacto simultâneo na economia e na estrutura das empresas. Por isso, o momento obrigou as organizações a buscarem novos métodos de trabalho para conseguir chegar até o cliente e não deixar de atendê-lo.
Se alguém ainda era resistente à tecnologia, agora percebe o quanto ela é uma aliada. Em especial as pequenas e médias empresas, as que mais sentem os impactos gerados pelo isolamento social.
As reuniões, antes presenciais, agora são feitas virtualmente, por inúmeras plataformas gratuitas, inclusive pelo WhatsApp. O home office virou um modelo de trabalho mais do que apropriado para este momento, reinventando uma maneira de se manter a rotina produtiva da empresa.
Além disso, a presença on-line é uma forma de estar em contato direto com os clientes. Por isso, ter um site no ar, funcionando 24 horas por dia, e ter sua marca nas redes sociais, pronta para apresentar seus produtos e responder as dúvidas dos clientes, são ações vistas com bons olhos e que trazem segurança e reconhecimento ao negócio.
Mais do que nunca, investir em tecnologia não é luxo, mas, sim, uma necessidade para quem deseja dar bons lucros.
*Dados atualizados em 21 de maio de 2020, às 13 horas
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